Por que a homeopatia não funciona – e não poderia funcionar

A primeira parte de um dossiê que refuta supostas evidências favoráveis à homeopatia – e argumenta contra sua inclusão no SUS.

Arte: Daniel Liberatore de Lima

A homeopatia não pode funcionar, e não funciona. Este par de afirmações representa um fato científico tão bem estabelecido quanto a forma da Terra ou a existência do planeta Marte. Uma série de contingências históricas e culturais, além de um bom trabalho de marketing por parte dos homeopatas, têm nublado a percepção pública desse fato há quase dois séculos. Mas, em várias partes do mundo, a nuvem se dissipa.

A Inglaterra baniu a homeopatia de seu sistema público de saúde, o NHS, num processo gradual que culminou, em 2018, com o descredenciamento do tradicional hospital homeopático de Londres. A França – terra da Boiron, maior fabricante de preparados homeopáticos do mundo –, após extensa revisão da literatura científica, decidiu encerrar a política de reembolso de gastos com medicamentos homeopáticos pelo Erário.

O exemplo francês estimulou os médicos da Alemanha a sugerirem uma medida semelhante, e a Espanha vem pressionando a União Europeia a deixar de classificar preparados homeopáticos como “medicamentos”. Nos Estados Unidos, a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês), um órgão governamental de defesa do consumidor, publicou um alerta sobre a ineficácia da prática e hoje exige que os preparados homeopáticos digam, no rótulo, que não têm base científica, pois do contrário violariam as leis contra publicidade enganosa.

Não pode funcionar

É muito comum, na imaginação popular, a confusão entre homeopatia e modalidades como fitoterapia (uso de plantas medicinais), ou uma vaga ideia de que a prática envolve produtos que “fazem menos mal que os medicamentos químicos”.

Pesquisa de opinião pública conduzida nos Estados Unidos mostra que, quando os verdadeiros princípios por trás da prática são apresentados de forma clara, o consumidor ou paciente se sente fraudado

E que princípios são esses? Dependendo da fonte consultada, são quatro, três (1, 2), ou dois. As listas mais abrangentes incluem axiomas que não são aceitos pela totalidade dos praticantes contemporâneos da homeopatia, como o do medicamento único ou a teoria dos miasmas (3).

No entanto, dois princípios centrais, que contam com aceitação universal dos praticantes, bastam para colocar a homeopatia em oposição direta ao conhecimento científico (4): o da cura pelos semelhantes e o da potencialização do medicamento .

O princípio da cura pelos semelhantes ou, na formulação clássica em latim, similia similibus curantur, “semelhantes curam-se pelos semelhantes”, afirma que uma substância que produz, numa pessoa saudável, os sintomas de que o paciente se queixa, deve ser capaz de curar esse paciente (5).

Potencialização do medicamento assevera que o poder curativo de uma substância é tanto mais ampliado (potencializado) quanto mais diluída a substância estiver (6).

“Cura pelos semelhantes” não é um princípio com validade geral em medicina (7). Sua adoção irrestrita no meio homeopático – ele está consagrado no próprio nome da doutrina (“homeopatia” significa, literalmente, “semelhante à doença”) – reflete uma experiência pessoal do fundador da prática, no século 18, mas que jamais foi reproduzida em experimentos controlados posteriores (8). 

Mais problemático é o princípio da potencialização, que contradiz leis fundamentais da física, da química e da farmacologia. Diluições homeopáticas tipicamente são tão intensas que nem uma única molécula do suposto princípio ativo resta na solução final (9).

Não existe nenhum procedimento analítico conhecido pela ciência capaz de distinguir um preparado homeopático de água limpa: em outras palavras, “medicamentos” homeopáticos não passam, efetivamente, de água limpa, consumida pelos pacientes pura, misturada a álcool ou aspergida sobre bolinhas de açúcar.

Há mais de duas décadas, a revista Nature publicou artigo sugerindo que a água poderia preservar uma espécie de “memória” de materiais com que tivesse mantido contato (10), mesmo na ausência do contaminante original. Alguns homeopatas agarraram-se a essa hipótese como bóia de salvação para sua doutrina, a despeito de problemas teóricos graves. Por exemplo, de toda a infinidade de moléculas diferentes com que cada gota d’água presente no planeta Terra já teve contato, como o preparado homeopático “saberia” qual a memória certa a preservar? (11)

Mas essa é uma questão que nem precisa ser levantada: uma investigação conduzida no laboratório responsável pelos resultados demonstrou que o trabalho publicado na Nature havia sido produzido sob controles inadequados e não deveria ser considerado válido (12).

Não funciona

A filosofia e a história da ciência mostram que, quando fatos e teorias entram em conflito, podemos reinterpretar os fatos, questionar a lógica que diz que os fatos são pertinentes à teoria, mudar (até descartar) a teoria ou pôr os fatos uma espécie de “quarenta”, à espera de mais dados que esclareçam a questão. 

Aplicados ao caso da homeopatia, esses princípios permitiram separar a impossibilidade teórica da doutrina de seu eventual sucesso prático : isto é, confrontados com evidência empírica de que a prática homeopática produz resultados positivos, específicos e consistentes, caberia à ciência tentar explicar o porquê disso.

A ciência não é dogmática: algumas das mais importantes descobertas da história, incluindo a Relatividade e a Física Quântica, ocorreram exatamente por causa do contraste entre o que deveria acontecer, de acordo com a teoria, e o que realmente aconteceu nos laboratórios ou observações da natureza. 

A questão, portanto, é se a homeopatia tem algum sucesso prático que requeira investigação e explicação científica: se ela funciona, apesar de não poder funcionar . A resposta é não. Evidência nesse sentido vem se acumulando desde a realização do primeiro teste rigoroso de um medicamento homeopático, que ocorreu na Alemanha em 1835 (13).

Essa resposta pode vir como uma surpresa para quem acredita ter testemunhado, ou mesmo vivido, uma cura atribuída à homeopatia. A questão, no entanto, é que determinar se uma intervenção de saúde é eficaz está longe de ser um procedimento simples (14).

A mera sequência temporal (tomei o remédio, em seguida melhorei) não basta para estabelecer uma relação de causa e efeito. Afinal, há sempre a possibilidade de ter havido uma coincidência. Basta pensar um pouco para perceber que é assim que nascem as superstições. 

Questões de saúde são pródigas na produção de falsas coincidências. “A maioria dos problemas humanos de saúde melhora por conta própria – com ou sem tratamento. Com frequência, doenças simplesmente desaparecem sem a ajuda de ninguém. Além disso, sintomas, mesmo de doenças graves ou terminais, podem ter variações dramáticas de um dia para o outro” (15). 

Junto das coincidências provocadas pela variação natural da doença ou pelo caráter autolimitante de diversos problemas de saúde – parasitas morrem, o sistema imune reage; o mero processo de crescimento e desenvolvimento natural do corpo humano tende a eliminar ou, ao menos, reduzir de modo significativo a intensidade de diversas complicações típicas da infância, como asma (16) – corre o efeito placebo.

Descrito pela primeira vez na literatura científica em meados do século passado (17), o efeito placebo representa a melhora experimentada pelo paciente que é causada apenas pelo contexto de tratamento e pela expectativa positiva. Envolve mecanismos psicológicos como sugestão e condicionamento, e não é apenas subjetivo: produz efeitos bioquímicos detectáveis. Estudo recente mostra que o efeito pode ser amplificado até pelas expectativas de quem aplica o tratamento, e não só do paciente (18).

Tão importante quanto reconhecer o poder do placebo, no entanto, é entender suas limitações. O placebo parece robusto em certos contextos de tratamento de dor e náusea, mas “intervenções por placebo não têm, em geral, efeitos clínicos importantes” (19). Mais relevante, o efeito placebo é não específico , ou seja, não pode ser atribuído a nenhum mérito particular do tratamento usado, seja homeopatia ou qualquer outro.

Ao placebo, às coincidências e às variações espontâneas dos sintomas soma-se ainda o impacto dos vieses cognitivos (20), como o viés de confirmação, a tendência humana de reinterpretar os fatos de modo a confirmar as próprias expectativas e crenças, e de lembrar-se melhor de instâncias que parecem favorecer essas expectativas e crenças.

A medicina levou milênios para identificar esses fatores todos, e o potencial que têm para inflar o conhecimento médico com ideias errôneas e tratamentos espúrios. Sangrias, por exemplo, foram usadas como terapia “eficaz” durante toda a História, até que um teste conduzido durante as guerras napoleônicas mostrasse que matavam mais pacientes do que salvavam (21).

Testes, portanto, são indispensáveis para determinar se um tratamento médico é seguro,se é eficaz e se essa eficácia é real e específica do tratamento, ou ilusória, produto de coincidências e do efeito placebo.

Mas nem todos os testes são iguais (22): dependendo de como são desenhados e executados, produzem diferentes tipos de evidência e merecem diferentes graus de convicção e credibilidade. Por fim, revisões sistemáticas e meta-análises são conduzidas para agregar a informação de um grande número de estudos sobre um mesmo assunto, a fim de produzir uma visão panorâmica dos fatos da questão. (23)

Claro, é possível elaborar meta-análises positivas sobre qualquer coisa, por mais absurda que seja – o poder de ler mentes ou de ver o futuro, por exemplo. Basta selecionar estudos de má qualidade, ou apenas alguns poucos de boa qualidade e que, por acaso, produziram um desfecho próximo ao desejado (24). 

Essa técnica é chamada, de modo pouco caridoso, de Gigo, acrônimo para a expressão em inglês garbage in, garbage out – literalmente “lixo entrando, lixo saindo”. Em melhor português, “separar o joio do trigo, para publicar o joio”. Foi, em essência, o que fez a Associação Paulista de Medicina em seu infame dossiê sobre homeopatia (25) de 2017. O corpo principal desta publicação é uma demonstração cabal desse fato.

No caso da homeopatia, quando se separa o joio do trigo e se dá a devida atenção ao trigo, o veredicto dos testes, que se repetem há quase 200 anos, é inescapável: quanto melhor a qualidade do estudo, pior o desempenho da prática, cujo efeito se dilui até tornar-se impossível de distinguir de um placebo (26, 27, 28, 29).

Somando a massa de evidência, acumulada desde 1835, aos obstáculos teóricos espantosos que decorrem do conflito entre a ciência moderna e os princípios – cura pelo semelhante e da potencialização por diluição – a conclusão de que a alegada “eficácia” da homeopatia não passa de uma ilusão é inevitável.

Não pode funcionar

Foi em 21 de novembro de 1840 que o francês Benoit-Jules Mure, considerado o introdutor da doutrina homeopática no Brasil, chegou ao país. A data é até hoje celebrada, inclusive pelo Ministério da Saúde, como Dia Nacional da Homeopatia (30). O alemão Samuel Hahnemann (1755 – 1843), o criador da prática, ainda era vivo e mantinha uma próspera prática médica em Paris, atendendo à elite da Cidade Luz.

Hahnemann havia publicado seu primeiro artigo sobre homeopatia em 1796, e em 1810 lançou a primeira edição do livro em que expõe em detalhes a doutrina, o Organon da Arte de Curar, que nessa edição original chamava-se Organon da Medicina Racional (31).

Quando Mure desembarcou no Brasil, vigia a quinta edição do Organon, publicada em 1833. Uma sexta edição, póstuma, composta pelo texto da quinta, suplementado por diversas anotações feitas pelo autor até pouco antes de sua morte, viria a público apenas no século 20. 

Críticos caridosos da homeopatia costumam sugerir que as ideias da doutrina “faziam algum sentido” à luz do conhecimento científico disponível entre o fim do século 18 e nas primeiras décadas do 19, mas a reconstituição cuidadosa do  ambiente epistêmico da época feito pelo sociólogo Lenin Bicudo Bárbara joga essa pretensão por terra: na década de 1830, o absurdo da homeopatia já era claro para quem tivesse olhos para ver (32).

De fato, em 1842 o médico, poeta e ensaísta americano Oliver Wendell Holmes (1809 – 1894) publicou um opúsculo com o título Homeopatia e Ilusões Semelhantes, onde a prática é descrita como um “delírio” feito de “pretensões vazias” (33).

Em que pese a insistência atual dos homeopatas de que sua prática busca tratar o paciente de modo “integral”, não como um mero apanhado de sintomas, a postura de Hahnemann era o oposto disso (34): sua ideia fundamental era a de que seria para sempre impossível saber o que se passa no interior do corpo humano, ou como funcionam os órgãos. Logo, o médico só pode acessar – e tratar – os sintomas. Daí o foco da lei dos semelhantes em sintoma, não doença.

Curiosamente, em 1816, logo após a publicação da primeira edição do Organon, foi inventado o estetoscópio, um instrumento que faz exatamente aquilo que Hahnemann considerava impossível – sondar um órgão interno em funcionamento. O autor, no entanto, tomou pouco conhecimento dos avanços da medicina nas décadas entre a primeira e a última edição do Organon – afastando-se cada vez mais da ciência e adotando uma postura esotérica e espiritual. 

Na primeira edição do livro, o adoecimento é atribuído a uma “alteração do estado de saúde”. Em edições posteriores, Hahnemann passa a falar em “força vital” (35) ou “força sublime”, que “é o motor inesgotável de todos os processos normais e naturais do corpo”.

No Brasil, por uma série de vicissitudes históricas que remontam aos tempos do Império,a homeopatia acaba sendo abraçada por setores das Forças Armadas, onde surgem os chamados “generais da homeopatia” (36). 

Em 1980, nos estertores da ditadura cívico-militar instaurada em 1964, a homeopatia consegue ser reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), por meio da resolução CFM 1000/8061 (37), como resultado do lobby dos generais e das pressões de jovens médicos que, estudantes de medicina nos anos 1970, haviam se entusiasmado com movimentos de contracultura e a ideia de terapias alternativas e de uma medicina menos “comercial” (38, 39).

A anômala presença da homeopatia no universo brasileiro de especialidades médicas, ombreando com áreas de alta intensidade científica como cardiologia ou nefrologia – uma situação que choca observadores internacionais – é, portanto, filha bastarda do irracionalismo de esquerda com o autoritarismo de direita.

Nota

Esta é a 1ª parte do Contradossiê das evidências sobre homeopatia, publicado pelo Instituto Questão de Ciência (IQC) originalmente em 2020 e reeditado em 2022 para o lançamento do Observatório de Políticas Científicas.

O contradossiê foi uma resposta ao Dossiê de evidências científicas em homeopatia, elaborado pela Câmara Técnica de Homeopatia do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) e publicado em 2017 como uma edição especial da Revista de Homeopatia.

Essa obra consiste em uma sequência de textos que defendem a cientificidade da prática homeopática. Alguns deles relatam testes clínicos; outros são o que se denomina “revisão sistemática” – um pente-fino na literatura de uma área específica para identificar as publicações mais relevantes e determinar em que direção apontam as descobertas.

De modo geral, as evidências apresentadas e os estudos citados neste documento (e em muitos outros) são de péssima qualidade e não permitem afirmar que a homeopatia funcione. O IQC, em seu papel de defesa de políticas públicas baseadas em evidências, é contra a inclusão de homeopatia entre os tratamentos oferecidos pelo SUS.

Dividimos nosso dossiê em três partes (“física”, “biologia” e “meta-análises”), que discutem e refutam ponto a ponto, de maneira didática, o material apresentado pelos homeopatas em 2017. O texto ao lado é uma introdução, que servirá para guiar a leitura dessas três partes. 

Referências bibliográficas

1. BARBOSA NETO, Ruy Madsen. Bases da Homeopatia Campinas, 2006
2. ERNST, EDZARD. Homeopathy – The Undiluted Facts. Springer International Publishing, 2016

3. Cf. BARBOSA NETO, op. cit.

4. BÁRBARA, LENIN BICUDO, Investigações sobre a ignorância humana, Tese (Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018

5. Cf. ERNST (2016), op. cit.

6. Cf. ERNST (2016), op. cit.

7. VANDENBROUKE JP, de Craen AJ. Alternative Medicine: A “Mirror Image” for Scientific Reasoning inConventional
Medicine. Ann Intern Med. 2001;135:507–513. doi:10.7326/0003-4819-135-7-200110020-00010

8. Cf. ERNST, op. cit.

9. ERNST E, Kaptchuk TJ. Homeopathy Revisited. Arch Intern Med. 1996;156(19):2162–2164.doi:10.1001/archinte.
1996.00440180014001

10. DAVENAS, E., Beauvais, F., Amara, J. et al. Human basophil degranulation triggered by very diluteantiserum
against IgE. Nature 333, 816–818 (1988) doi:10.1038/333816a0

11. BAUM, Michael et al. The American Journal of Medicine, Volume 122, Issue 11, 973 – 974

12. MADDOX, J., Randi, J. & Stewart, W. “High-dilution” experiments a delusion. Nature 334, 287–290(1988)
doi:10.1038/334287a0

13. STOLBERG, M. Inventing the randomized double-blind trial: the Nuremberg salt test of 1835, J R SocMed
2006;99:642–643

14. EVANS, Imogen; Thornton, Hazel; Chalmers, Iain; Glasziou, Paul. Testing Treatments: Better Researchfor
Better Healthcare. Pinter & Martin. (2011)

15. SCHICK, Theodore. How to Think About Weird Things: Critical Thinking for a New Age. McGraw-HillHigher
Education. (2014)

16. VAN AALDEREN W. M. (2012). Childhood asthma: diagnosis and treatment. Scientifica , 2012 ,674204. doi:10.6064/2012/674204

17. BEECHER HK. The Powerful Placebo. JAMA. 1955;159(17):1602–1606.doi:10.1001/
jama.1955.02960340022006

18. CHEN, P.A., Cheong, J.H., Jolly, E. et al. Socially transmitted placebo effects. Nat Hum Behav (2019)
doi:10.1038/s41562-019-0749-5

19. HRÓBJARTSSON A1, Gøtzsche PC. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Jan 20;(1):CD003974.
doi:10.1002/14651858.CD003974.pub3.

20. GILOVICH Thomas, How We Know It Isn’t So, The Free Press (1993)

21. MILNE I, Chalmers I (2014). Alexander Lesassier Hamilton’s 1816 report of a controlled trial ofbloodletting. JLL Bulletin: Commentaries on the history of treatment evaluation

22. EVANS, Imogen et. al, op. cit.

23. RADIN, Dean. The Conscious Universe – The Scientific Truth of Psychic Phenomena. HarperCollins(1997).

24. “Meta-analysis”, em Skeptic’s Dictionary.

25. Machado, Ajax & Filho, Ariovaldo & Goldenstein, Eduardo & Oliveira, Flávio & Szymanski, Lech &Bonamin,
Leoni & Pustiglione, Marcelo & Teixeira, Marcus & Chencinski, Moisés & Filho, Rubens &Tanigawa, Ruy &
Furuta, Sérgio & Waisse, Silvia & Carneiro, Solange. (2017). Dossiê Especial:“Evidências Científicas em Homeopatia”
Revista de Homeopatia da Associação Paulista deHomeopatia (APH) – Edição Online Completa.
80. 1-306.

26. ERNST, E. “A systematic review of systematic reviews of homeopathy.” British journal of clinicalpharmacology
vol. 54,6 (2002): 577-82. doi:10.1046/j.1365-2125.2002.01699.x

27. SHANG, A. Are the clinical effects of homoeopathy placebo effects? Comparative study ofplacebo-controlled
trials of homoeopathy and allopathy, The Lancet, Volume 366 (2005) Number9487p689-780, doi.
org/10.1016/S0140-6736(05)67177-2

28. “Homeopathy”, em NHMRC. Acessado em 5/11/2019.

29. Cf ERNST (2016), op. cit.

30. BARBOSA NETO (2006), op. cit.

31. BÁRBARA, LENIN BICUDO (2018), op. cit.

32. BÁRBARA, LENIN BICUDO (2018), op. cit.

33. HOLMES, Oliver Wendell, Homeopathy and its kindred delusions, The University of Adelaide Library(2014)

34. BÁRBARA, LENIN BICUDO (2018), op. cit.

35. BÁRBARA, LENIN BICUDO (2018), op. cit.

36. LUZ, Madel, A arte de curar versus a ciência das doenças, Editora Rede Unida (2014)

37. LUZ (2014), op. cit.

38. BÁRBARA, LENIN BICUDO (2018), op. cit.

39. LUZ (2014), op. cit.

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